Formação prática, feita com os documentos, dados e fluxos de trabalho da vossa organização. Não é um curso genérico de slides: as pessoas aprendem a usar IA no trabalho real delas, e saem do programa a produzir de outra maneira.
Nada disto é futuro. É o que uma equipa capacitada consegue fazer hoje, com os dados da própria casa.
Respostas preparadas em segundos, já com o histórico daquele cliente ou associado considerado. Atas e resumos de reuniões feitos a partir da gravação.
Faturas lidas, classificadas e lançadas automaticamente; a equipa só valida. Alertas de pagamentos, mapas que se compilam sozinhos.
Um mês de publicações preparado a partir da atividade real da organização, para aprovar em vez de escrever.
Propostas que demoravam uma tarde ficam prontas em minutos. O sistema diz quem deve ser contactado esta semana e porquê.
Como ter um colega que leu todos os documentos da casa e responde na hora, citando a fonte. Regulamentos, contratos, atas de dez anos.
O retorno maior costuma estar nos processos que evoluíram ao longo dos anos e nunca foram digitalizados: a forma como se prepara aquele relatório, como se decide uma exceção, como se responde àquele pedido. Só existem na cabeça de quem os faz há quinze anos, e quando essa pessoa sai, o processo sai com ela.
Nenhum curso genérico chega a estes processos, porque são únicos de cada organização. É por isso que a formação acontece dentro da vossa operação, com as vossas equipas e os vossos dados.
Formação no posto de trabalho, não numa sala de aula. As sessões usam os emails, os documentos e os processos reais da vossa organização, e cada equipa sai com rotinas novas que ficam a funcionar no dia seguinte.
Percorremos as áreas onde a IA já funciona hoje e identificamos os primeiros candidatos na vossa operação. O ponto de partida habitual.
A literacia exigida pelo artigo 4.º do Regulamento Europeu da IA, com exercícios sobre casos reais da organização. Formação que também é conformidade.
Formação prática continuada com os vossos dados e fluxos de trabalho. No fim, a equipa está capacitada e a organização sabe exatamente onde a IA compensa.
As principais obrigações do Regulamento Europeu da IA tornam-se aplicáveis em agosto de 2026. O artigo 4.º já exige literacia em IA às equipas que a utilizam: a capacitação passou de investimento útil a requisito de conformidade.
O presidente-fundador da Cooptech faz parte do fórum de aconselhamento do AI Act, que aconselha a Comissão Europeia sobre a implementação da regulação de IA. Ajudamos a adotar IA de forma que sobreviva à regulação.
Os estudos em PMEs europeias que adotaram IA apontam para ganhos de produtividade na ordem dos 20%, sobretudo nas áreas administrativas e de comunicação. O ganho não exige projetos gigantes, exige começar bem.
Trabalhamos com organizações do setor cooperativo e da economia social que levam o programa às suas redes.
Cooperativa do Povo Portuense, CRL
Diga-nos quem são e o que vos pesa no dia-a-dia. Respondemos com uma proposta concreta para a primeira fase.